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quarta-feira, 28 de março de 2012

...o risco que a gente corre

A gente se deita na página em branco querendo ser razão para alguém fazer de nós uma arte. Um risco.
(Ivanúcia Lopes)

Escuta, de uma vez, eu poderia dizer que voltamos à estaca zero, mas esta foi cravada no dia que a gente se encontrou. Depois de tirar um pouco os pés do chão, caímos juntos e abraçados num poço escuro e vazio e sem fim. Agora estamos no negativo, a gente simplesmente deve algo um pro outro. E nem vem, não adianta, quem ama o difícil, muito fácil lhe parece. Sei da sua indolência, mas quero tentar mesmo assim, porque já não dá mais pra passar um dia sem que minha história conte um pouco da sua. Cada vez que eu for até sua boca, é um degrau de subida, a gente já foi fundo, fundo demais, não há mais como cair. De agora em diante, o maior risco que a gente corre é ser feliz.

sexta-feira, 9 de março de 2012

...

"– E se o amor não for uma coisa que aconteça com a gente?

– Como assim?

– E se o amor for uma coisa que a gente deixa acontecer?"

(Gabito Nunes)

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

"Parece bobagem, mas se eu soubesse ao menos que você pensa em me ligar, de vez em quando, eu já seria um pouquinho mais feliz."



Gabito Nunes

terça-feira, 5 de julho de 2011

Das coisas sem nome

http://weheartit.com/entry/11639500
Às vezes, dois se encontram no meio de tanta gente chata, feia e sem graça, como duas canoinhas que se cruzam no meio do oceano Atlântico. E tudo isso é tão grande, tão precipitado, tão absurdo, que quase não é real, quase não é amor, quase fica sem nome.

Não sei se você concorda comigo, mas estar junto não é tão ruim assim.

http://weheartit.com/entry/11260385
Mesmo num amor de linhas tortas como o nosso, o fim parece um erro, como um ponto final no meio da frase. 

Gabito Nunes

quarta-feira, 16 de março de 2011

Seus sonhos e meus objetivos brigaram feito irmãos.



Se um dia voltares, destranque as portas que bati na boca do seu estômago. Se não, saiba que por irônica coincidência, fomos perfeitos. Eu, estátua. Você, liberdade. Por ora, me manterei afastado. Por birra, preguiça ou medo simplesmente. Não sei se é uma preparação pra não ter você ou se tenho pavor de medir o tempo ou, quem sabe, um receio covarde de que a gente não saiba terminar e deixe passar nosso prazo de validade por i-meios cada mês mais curtos.

Muitas pessoas ficaram pra trás, outras tantas deixei passar. Não sei de que lado você está. Bem. A vida segue, não sei como, mas é confortável pensar assim. Talvez eu esteja desafiando alguma lei da física, mas já
tenho saudade de um futuro que não viverei. São as estradas da vida. Só se pode seguir uma delas, sem nunca saber como seriam as outras. Acontece assim também com alguns amores. 

Gabito Nunes

Levo. Só o que for leve.

A partir de hoje, só o que for muito, muito leve, bonito e fácil. 
A grande maioria desiste. 
Eu, só estou abrindo mão. 
Concordo contigo, também aconteceu comigo: 
o meu coração partiu. 
Para outro lugar. 

 Gabito Nunes

terça-feira, 15 de março de 2011

Tem suas esquisitices.



...faz duas vezes antes de pensar e tem uns "nhe-nhe-nhê" de mulherzinha. Mas qual não tem? É até bem charmoso. Nada tão relevante quanto sua forma meiga e carinhosa de perguntar "tu tá bem?". Nada mais importante que teu ímpeto de cuidar dos outros. Nada que mude minha convicção de que tu é bonita.

Gabito Nunes

quinta-feira, 10 de março de 2011

Quando se aprende a amar o mundo passa a ser seu...

"(...) porque no fim a gente fica sabendo que assim como amar,  
ser amado também é uma coisa que se aprende
E hoje, isso de amor é muito blá."

(Gabito Nunes)